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Campanha Agosto Lilás de enfrentamento à violência contra a mulher tem inicio na Cidade de José de Freitas

A Secretaria da Assistência Social juntamente com a Coordenadoria da Mulher e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher deram inicio a  “Campanha Agosto Lilás”.

A abertura da Campanha Agosto Lilás aconteceu quarta feira dia 11 de agosto 2021 na Plenária da Câmara Municipal de José de Freitas. Autoridades que participaram da mesa de honra do evento: O Presidente da Câmara Municipal-Vereador Tiago Pinto, a Secretária de Assistência Social -Sra. Fátima Pinto, a Coordenadora da Coordenadoria da Mulher-Socorro Cruz, a Presidente do Conselho da Mulher -Vereadora Yarema Leite, a Coordenadora da Assistência Social- Ana Márcia, a Vereadora Helena Barros.

O encontro teve como principal objetivo discutir temas relacionados ao enfrentamento da violência contra as mulheres em suas diversas formas e, principalmente discutir o aumento da violência contra as mulheres, que vem aumentando muito nos últimos anos no município de José de Freitas. As atividades coincidem com a celebração dos 15 anos da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06),considerada legislação de referência em todo o mundo no combate a esse tipo de violência.

Os dados evidenciam que a violência contra a mulher afeta mulheres de todas as classes sociais, idades, nível de escolaridade, raça e religiões. Pode ocorrer em casa, entre pessoas da família ou entre pessoas que mantenham relações íntimas de afeto, mesmo sem a convivência sob o mesmo teto. O agressor é, geralmente, o marido, namorado ou ainda o pai, irmão, tio, avô. Mas a violência também pode vir de outra mulher, como a mãe, sogra ou cunhada.

O inicio da campanha é justamente para amparar as mulheres vítimas de violência, seja ela física, sexual, psicológica, moral ou patrimonial, no município de José de Freitas, através dos órgãos que amparam a causa. Todos os participantes do encontro ressaltaram em seus pronunciamentos o apoio a campanha, que embora esteja despertando no momento no município, mas que é preciso que todas as mulheres e homens também abracem a causa.

Ainda tiveram presentes a abertura da Campanha Agosto Lilás na cidade de José de Freitas representantes de entidades que formam o Conselho da Mulher, como: Fernanda representante do Conselho Tutelar, Deusinha representante das Mulheres Catarina Miranda, Áurea Martins representante da Igreja, Maria da Cruz representante do STTR. A superintendente de Ação Social Carmem Lúcia, a vereadora Lúcia Ribeiro, Coordenadora do Crás I Jardelina Melo, o Secretário de Politicas Públicas Urbanas Aerton Alves, o Chefe da Correição Alan Almeida,a Gerente da Pax União, que apoia a luta Aurideia Neves, o comunicador Paulo Craveiro.

Durante a abertura da Campanha foi distribuído um fôlder, que apresenta algumas formas de agressões contra a mulher que são consideradas violência doméstica no Brasil:

1: Humilhar, xingar e diminuir a autoestima
Agressões como humilhação, desvalorização moral ou deboche público em relação a mulher constam como tipos de violência emocional.

2: Tirar a liberdade de crença
Um homem não pode restringir a ação, a decisão ou a crença de uma mulher. Isso também é considerado como uma forma de violência psicológica.

3: Fazer a mulher achar que está ficando louca
Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Uma forma de abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade.

4: Controlar e oprimir a mulher
Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail.

5: Expor a vida íntima
Falar sobre a vida do casal para outros é considerado uma forma de violência moral, como por exemplo vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de vingança.

6: Atirar objetos, sacudir e apertar os braços
Nem toda violência física é o espancamento. São considerados também como abuso físico a tentativa de arremessar objetos, com a intenção de machucar, sacudir e segurar com força uma mulher.

7: Forçar atos sexuais desconfortáveis
Não é só forçar o sexo que consta como violência sexual. Obrigar a mulher a fazer atos sexuais que causam desconforto ou repulsa, como a realização de fetiches, também é violência.

8: Impedir a mulher de prevenir a gravidez ou obrigá-la a abortar
O ato de impedir uma mulher de usar métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte ou o anticoncepcional, é considerado uma prática da violência sexual. Da mesma forma, obrigar uma mulher a abortar também é outra forma de abuso.

9: Controlar o dinheiro ou reter documentos
Se o homem tenta controlar, guardar ou tirar o dinheiro de uma mulher contra a sua vontade, assim como guardar documentos pessoais da mulher, isso é considerado uma forma de violência patrimonial.

10: Quebrar objetos da mulher
Outra forma de violência ao patrimônio da mulher é causar danos de propósito a objetos dela, ou objetos que ela goste.

“Uma vida sem violência é direito de todas as Mulheres”

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Fotos Jairanny Melo/Fonte: Portal Brasil

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